Livros Proféticos

A palavra Profeta tem origem no grego e significa “aquele que fala em nome de alguém” ou ainda, “aquele que interpreta os fatos presentes e prediz os fatos futuros. Em hebraico, é chamado de “Nabi”.
Os profetas eram, antes de tudo, pregadores (ênfase no estilo oral). Raramente escreviam. Seus discípulos é que tiveram a missão de colocar em letras suas pregações, seus sermões, suas palavras.

A vocação profética está intimamente relacionada à uma profunda experiência divina. Os Profetas fazem uma leitura dos sinais dos tempos e sua mensagem acaba por se voltar ao âmbito sócio-político. Os Profetas denunciam as falhas do povo e das autoridades, quais sejam, a idolatria, o misticismo, o ritualismo, o culto vazio. Alerta também para os falsos profetas, os sacerdotes infiéis, os pecados da monarquia, a imoralidade dos comerciantes e a avareza e cobiça dos latifundiários.

A coleção dos Livros Proféticos é dividida em:

- Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações (escrito por Jeremias), Ezequiel e Daniel;

- Profetas Menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias (ou Abdias), Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque (ou Habacuc), Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Observação importante: o termo “menores” aqui empregado não tem relação com uma suposta menor importância destes profetas. Faz referência apenas ao tamanho dos escritos.